General relata as sequelas deixadas por ataque em 66

À medida que a sociedade vai tomando conhecimento do teor do relatório apresentado pela Comissão Nacional da Verdade, vão aparecendo os relatos de pessoas que sofreram agressões por parte das militâncias armadas a que pertenciam parte dos interessados pelo tal relatório. Por se tratar de um documento unilateral, que atende a interesses de apenas um dos lados e tem a soberba de se achar um relato oficial dos fatos, satisfez a alguns e descontentou uma nação que embora muitos não sejam sequer a favor dos fatos, se sentiram ofendidos pela empáfia presunçosa do oba-oba do governo em sua apresentação em detrimento dos demais agredidos, a outra parte da história. Pelo relatório, eles simplesmente não fazem parte dos fatos, foram apagados, nem pessoas inocentes agredidas ou mortas foram consideradas, o que as facções armadas fizeram será perdoado, afinal, eles são heróis, segundo a esquerda militante disfarçada de governo. Do modo que os acontecimentos são contados, passarão certamente a serem verdades, como querem, e as gerações futuras acreditarão que foi realmente assim. E como num conto americano filmado, os mocinhos estão certos, o resto são apenas bandidos e índios, não interessa como se envolveram e como morreram…

#Disse
Carlos Leonardo

Fonte: Folha de São Paulo

Saiba mais sobre o que você vai ler na matéria:
Vítimas “desprezadas” pela Comissão Nacional da Verdade, divulgadas no site do Clube Militar

 

#CONVITEAPROSA
Não deveríamos citar os dois lados de um fato para conhecimento e providências?

 

Publicado originalmente no blog “Divagando a Notícia” em 15/12/2014.

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