Governo reconhece “racismo institucionalizado” apontado pela ONU

O brasileiro tem por tradição nunca ser o que se apresenta à sociedade. É muito comum ver estrangeiros reclamarem dessa característica tão peculiar do brasileiro. Moldamos nossa personalidade às condições existentes no momento. Ora somos brincalhões, ora somos sérios ao extremo, ora somos religiosos em situações aflitivas e ora somos ateus convictos, depende do momento que se apresente. Sobre essa égide é que conseguimos esconder por toda uma vida o malfadado racismo. Vivendo e convivendo em um País dito exacerbadamente religioso, em hipótese nenhuma poderia conceber de admitir a existência de racismo em nossos meios.
afrosd1A prova maior disso tudo, são as próprias leis de proteção aos que sofrem o racismo, elas são segregadoras. Quando você cria quotas de inserção para qualquer coisa ou qualquer raça, você está indiretamente oficiando um ato segregador para aqueles.
Pouquíssimos têm conhecimento da existência da Seppir, um órgão voltado ao atendimento e o desenvolvimento de estratégias para melhorias das condições das raças segregadas. Pouco se fez por esses brasileiros, dado a vários motivos, as dimensões continentais do Brasil que cria situações diferentes em locais diferentes. Mas o mais agressivo a eles é essa consciência religiosa que oculta, que camuflam as verdadeiras facetas de cada indivíduo na sociedade. Não deveríamos segregar dando-lhes quotas, deveríamos unir-mo-nos… Afinal, se religiosos, somos irmãos…

#Disse
Carlos Leonardo

Fonte: BBC Brasil

#CONVITE
Você já fez uma reflexão introspectiva sobre o assunto?

Dê sua opinião

Publicado originalmente no blog “Divagando a Notícia” em 14/09/2014.

Vamos comentar isso?

%d blogueiros gostam disto: