Pesquisa mostra que brasileiro não reconhece todos os sintomas de AVC

avcNunca é demais se falar sobre técnicas e metodologias de salvamento de pessoas com problemas sérios de saúde. Essas informações têm que ser lidas e relidas constantemente para que se fixe em nossa memória e a mecânica de salvamento se torne automática, uma vez que temos que levar em consideração o fator desespero e apavoramento a que somos submetidos quando deparamos com situações aflitivas.
Por outro lado, a pessoa suscetível à possibilidade de ter um AVC também deve ter em mente os procedimentos para melhor reagir e não entrar em desespero, o que certamente complicaria o quadro em andamento.

Aprenda a reconhecer o AVC

  • Dormência ou fraqueza da face, braço ou perna
  • Confusão repentina, dificuldades na fala e na compreensão
  • Dificuldade em andar, tontura, perda de equilíbrio e coordenação 
  • Dor de cabeça repentina 
  • Dificuldade de ver de um ou dos dois olhos

#Disse
Carlos Leonardo

Fonte: Globo.com

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#CONVITE
 Você tem ao seu lado pessoas propensas a sofrer AVC?


Estudo foi encomendado pela Organização Mundial de AVC. Apenas 10% citaram fala arrastada e dormência facial como sintoma.

Um estudo encomendado pela Organização Mundial de AVC (WSO) concluiu que uma parcela grande dos brasileiros não sabe reconhecer alguns dos principais sintomas do acidente vascular cerebral (AVC). O levantamento, conduzido pela empresa de pesquisa de opinião APCO Insight, entrevistou 511 brasileiros este mês.

Quando questionados sobre quais são os principais sinais do AVC, apenas 10% dos entrevistados citaram fala arrastada e dormência facial e 25% citaram dor de cabeça e tontura. Todos esses são sintomas reais do AVC (veja, ao lado, todos os sintomas que caracterizam o problema). Entre as pessoas ouvidas, 13% não foram capazes de nomear qualquer sintoma. Somente 13% souberam dizer que as mulheres têm mais risco para o AVC em comparação aos homens.

De acordo com a WSO, se na população geral, uma a cada seis pessoas deve sofrer de AVC, entre as mulheres, uma a cada cinco terão esse problema.

O conhecimento da população mostrou-se maior sobre os fatores de risco relacionados ao AVC: 25% citaram a diabete, 24% citaram o estresse, 23% citaram o fumo, 19% citaram a pressão alta e 20% citaram a dieta inapropriada e consumo de junk food. Outros fatores associados ao AVC são obesidade, sedentarismo, colesterol alto.

A grande maioria dos entrevistados, 92%, soube dizer que o correto a se fazer diante dos sintomas do AVC é ligar para os serviços de emergência e levar a pessoa a um hospital imediatamente. O AVC atinge cerca de 17 milhões de pessoas por ano, segundo a WSO.


Publicado originalmente no blog “Divagando a Notícia” em 24/10/2014.

 

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