Amaciantes de borracha

SP - ESTUDANTES/OCUPAÇÃO - GERAL - Alunos que ocuparam o Instituto Paula Souza, na região central da capital paulista, na tarde da última quinta-feira (28), seguem acampados no instituto, na manhã deste sábado 30. Pais de alunos tem contribuído com roupas de inverno e mantimentos. Eles afirmam que seguirão ocupando o local até que a instituição garanta comida para os alunos das Etecs. Além de exigir alimentação, os estudantes protestam contra a máfia da merenda escolar e cortes nos repasses para a educação. 30/04/2016 - Foto: MARCO AMBROSIO/ESTADÃO CONTEÚDO
SP – ESTUDANTES/OCUPAÇÃO – GERAL – Alunos que ocuparam o Instituto Paula Souza, na região central da capital paulista, na tarde da última quinta-feira (28), seguem acampados no instituto, na manhã deste sábado 30. Pais de alunos tem contribuído com roupas de inverno e mantimentos. Eles afirmam que seguirão ocupando o local até que a instituição garanta comida para os alunos das Etecs. Além de exigir alimentação, os estudantes protestam contra a máfia da merenda escolar e cortes nos repasses para a educação. 30/04/2016 – Foto: MARCO AMBROSIO/ESTADÃO CONTEÚDO

Assistindo na TV, lendo em reportagens “in loco” postadas nas mídias, é degradante ver jovens, os irreverentes jovens sendo arrastados e espancados com cassetetes de borracha. Quantos corações maternos, próximos de sua data comemorativa estão sendo comprimidos de dor, de vergonha e de tristeza por ver seus filhos, seus irreverentes e queridos filhos nessa situação. Jovens que em sua tenra idade, se acham senhores de si, só pensam em festinhas, em namoros, em novidades…

Essa curiosidade é que levam essas quase crianças a se meterem em encrencas, sem terem muita noção de onde estão entrando e nem porque realmente. Manipulados por ocultos adultos com orientações anarquistas, cujos objetivos maiores são apenas tumultuar o ambiente. Esses jovens como uma “manada” são direcionados a fazerem e gritarem por palavras de ordem que talvez eles nem sintam a real necessidade delas. Mas o espírito desafiante muito presente nessa idade impõe-lhes a necessidade de participação e se satisfazem por fazer. E o fazem levando ao limite de tolerância na agressão à sociedade.

Não podemos de maneira alguma creditar à polícia o desenrolar de situações vistas como agressões. A essa altura, não há possibilidade alguma de negociação pacífica entre as partes. Os objetivos dos orientadores do movimento em si, foram amplamente alcançados. Um bando de garotos e garotas sem qualquer noção do perigo a que estão se expondo, defendem com unhas e dentes algum lema que talvez até possa ter algum sentido e embora isso não seja via-de-regra.

A Nação endeusa os famosos “Caras Pintadas” e estes servem de ícones para gerações e gerações, mas quem viveu os acontecimentos ocorridos nessa época sabe que as coisas não foram bem assim como conta a história. Manipulados por interesses políticos, estudantes brasileiros uniram-se por via global às ideias de “fora Collor”. Na época as coisas deram certas porque esse era o objetivo maior, mas essas cabecinhas incultas politicamente, sem experiência de vida, deveriam reavaliar seus atos neste momento. Apesar de algumas reivindicações serem justas, a metodologia utilizada, a radicalização imposta não condiz com métodos democráticos de negociação. Revejam crianças… No mínimo, pensem em suas pobres mães em seu dia.

#Disse
Carlos Leonardo

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