“O mundo de pernas para cima-I” – Uma visão vetusta

mme1São dez horas de uma manhã regada por uma chuvinha calma e contínua, um frio de fazerem doer os artelhos. Em meu escritório, cercado de dois notebooks sendo formatado e desktop por onde me atualizo dos acontecimentos de hoje de manhã. Eis que de repente, muito mais que de repente (gostaram do trocadilho?), a energia elétrica se esvai…
Então, me pego tomando uma xícara de café quente e… Não tenho o que fazer! Minha esposa envolvida na fabricação de suas massas de pães caseiros, minhas meninas (Marie Julie e Melissa Mel), dormem somente com os focinhos para fora da coberta, enterradas nos travesseiros e um silêncio mortal, só se ouvia a chuva no telhado de zinco da garagem do vizinho.

Vem-me à memória uma conversa que tive há algum tempo atrás com minha nora (a executiva), um pouco antes de nascer meu primeiro neto. Falávamos sobre o como se cuida de recém-nascidos hoje em dia. Antigamente era muito comum as mamães permanecerem reclusas em suas casas por mais ou menos trinta dias, entende-se hoje que era para proteger seu bebê de contaminações. mme2Hoje elas passeiam livremente logo que conseguem se levantar.
Também era muito comum se ver pequenos charutinhos com uma cabecinha, coberta, isto é, só o rostinho para fora; hoje os bebês são envoltos em roupinhas, que as protegem muito bem, porém não lhes protegem a coluna e essas crianças são manipuladas como se uma bonequinha fosse.

Médicos pediatras orientam as novas mamães como cuidar de seus bebês, a medicina evoluiu e os métodos são totalmente diferentes da maneira de como elas eram orientadas antigamente. Verdades levadas a sério por nossas esposas com respeito aos cuidados da criançada, hoje são medidas descabidas e as novas mamães batem-se de frente com as antigas na defesa dos métodos a que foram orientadas.

Vamos continuar nesse tema, me aguardem…

#Disse
Carlos Leonardo

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