Política de superficialidades

superf1Está muito cansativo e entediante buscar informações na mídia nacional. O País está seccionado em grupescos que usam um “tapa olho para cavalos” que só permitem ver um ângulo, uma perspectiva dos fatos. Esse mesmo seccionamento envolve setores das mídias escritas, faladas e televisivas do País que só avultam notícias que atendam seus interesses.

Essas condições criam uma animosidade efervescente que está, num momento errado, gerando mais problemas à população com os benefícios gritados a todo pulmão pelos manifestantes, tanto de um lado como de outro.

Essa visão unidirecional tem saturado os interesses de uma parte da população que deseja melhorias imediatas, o fim dos desmandos e das roubalheiras e desvios de verbas do País. O que hoje se vê, são trocas de farpas em baixo calão, justificativas infundadas e reclamos por perda de benécias classistas. Tudo não passa de choramingos de classes integrantes do partido que foi retirado de cena e também de justificativas esperançosas do inseguro grupo ora no poder.

O País está arrasado, derrotado e o seu ressurgimento será moroso e doloroso, por isso não deveríamos estar presos a rusguinhas partidárias, por egos ofendidos na disputa verbal das mídias sociais. Deveríamos estar preocupados em reerguer esta terra, assim que cansarmos dessa pendenga toda, dessas idiotas discussões, haverá um Brasil inteiro, cheio de problemas para seu povo.

superf2Individualmente, já estamos sentido na pele e principalmente nos bolsos os efeitos do desastre em que estamos prestes a adentrar. Mas, inconcebivelmente, nós não nos atentamos para isso, quando acordarmos, nossos dias serão tristes, dolorosos, de sangue. Quando a fome começar a entrar em nossos lares e nossas crianças chorarem por querer algo e não pudermos dar, aí então cairemos na realidade que está ai, porém está só nas casas menos abastadas. Esquecemos que essa divisa se expande a cada dia, mais e mais.

superf3Empresas fecham, trabalhos somem, já é possível sentir o aumento das filas em busca de emprego, o trabalho informal já não tem mais espaço para ninguém e a fome começa a dar sinais nas periferias.
E nós continuamos a ouvir políticos discutindo “o sexo dos anjos” ou “procurando pelos em ovo” para adiar qualquer decisão urgente, deixar para depois o inadiável; mas continuamos a defender ignorantemente nossas ideias políticas partidárias sem futuro algum.

#Disse
Carlos Leonardo

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