E como nos fazem “descer goela abaixo” qualquer coisa…

obr1Interessante como aqui no Brasil, uma meia dúzia de empresários resolvem implantar um esquema de vendas mais arrojado e lá vem uma lei complementar facilitando a execução do esquema. Houveram muitos exemplos que poderiam ilustrar esta afirmação, lembremo-nos dos tais kits de emergência e p fatídico extintor especial de incêndio para veículos, as tais tomadas elétricas padrão para três plugues…

obr2Agora temos as tais lâmpadas econômicas, as fluorescentes em substituição à futura extinta lâmpada incandescente. A justificativa mais esdrúxula possível: economia de energia! Elas são mais caras, têm uma luminosidade diferente daquela que a estamos acostumados, e têm uma durabilidade questionável.
Acredito que a opção de economia no consumo de energia elétrica é exclusiva do consumidor, ele tem que ter possibilidades de escolher e não ser imposto a usar um só tipo.

obr4Já não pode ser considerado “de bom alvitre” o uso de monopólio pelas empresas produtoras de determinado produto, mas o que mais agride o direito do cidadão brasileiro é a própria Constituição que se faz uma colcha de retalhos com tantas emendas e mais emendas para atender a interesses comerciais. Há ainda os repentinos interesses de determinados legisladores que, de uma hora para outra se vêm engajados na aprovação de medidas que legalizem a obrigatoriedade no uso de tal produto.
Éééé…

#Disse
Carlos Leonardo


Lâmpadas incandescentes não serão mais vendidas a partir de 30 de junho

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As lâmpadas incandescentes não serão mais vendidas no Brasil a partir do dia 30 deste mês. Lojas e fabricantes do produto serão fiscalizados pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), e quem não atender à nova legislação poderá ser multado.

A regra foi estabelecida em uma portaria de 2010, e tem como objetivo diminuir o desperdício no consumo de energia elétrica no Brasil. Uma lâmpada fluorescente economiza 75% em comparação a uma lâmpada incandescente. Se utilizado uma lâmpada de LED, a economia pode chegar até 85%.

A venda de lâmpadas incandescentes começou a ser proibida no Brasil ainda em junho 2012, com a exclusão do mercado de lâmpadas com potência acima de 150 watts (W). Depois, foi a vez das lâmpadas entre 60W e 100W, em 2013. Em dezembro de 2014, foram substituídas as lâmpadas de 40W a 60W.

Segundo o Ministério de Minas e Energia, a proibição da venda das lâmpadas incandescentes no País ajuda a estimular a adoção de opções mais econômicas e duráveis, como o LED, que já usado em países como China, Índia, Reino Unido, Estados Unidos, Canadá, Cuba, Austrália, Argentina e Venezuela.


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