Plano Estadual de Educação – Alguma chance de vingar?

pee1Como todas as programações e planos propostos pelos legisladores estaduais e até dos federais são promissoras e de um apelo esperançoso fantástico. Mas suas execuções, normalmente são fiasco só. Dentro do oneroso, lento e preguiçoso corpo público, existe sempre um quê de má vontade e desinteresse para com o programa proposto, isso sem contar que nos dias de hoje há um agravante ainda maior, a mistura de interesses antagônicos entre os envolvidos, em todos os escalões do setor público. Estamos hoje convivendo em todos os setores públicos com esse problema, com o recente afastamento da representante política do cargo de Presidente da República, os adeptos do PT e seus aliados, abusam da artimanha de “remar ao contrário” para que tudo o que se proponha seja fadado ao fracasso.

Como não se apuram responsabilidades setorizadas em qualquer fracasso apresentado no setor público, fica fácil aos politicamente contrários amotinarem-se e veladamente oporem-se ao sucesso da empreitada. Levando-se a sério essas considerações citadas, as possibilidades de realização efetiva da proposta, é muito pequena, por si só.

pee2A globalização das diretrizes e exagerado número de metas propostas dão a clara impressão de “uma chuva de confetes”, que são muito bonitos de se ver e nada de prático a usufruir. Os órgãos citados como gestores dos diversos itens da proposta, não terão a menor chance de administrar e coordenar a execução dos procedimentos por acúmulo de incumbências em suas responsabilidades. Não podemos nos esquecer de que o Estado é moroso e desinteressado em mudanças, existe uma forte lei interna que “é melhor as coisas ficarem como estão”.

Não podemos ainda desprezar a aceitação dos professores, que parecem já se posicionarem contra alguns itens da pauta básica do Plano Estadual de Educação, há aí um forte apelo sindical que ultimamente só tem atrapalhado o sucesso de qualquer ato novo, levando às ruas professores engajados e acostumados a misturarem “alhos com bugalhos” não se atendo ao item discordante. E quando se abre discussão entre as partes legisladoras e executivas não levam à discussão os itens de origem, mas juntam antigas reivindicações não atendidas e mais, e mais…
Por isso as chances de sucesso são pequenas.

#Disse
Carlos Leonardo


Leia a reportagem base na Folha de São Paulo


 

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