PNE, um projeto oco para simples propaganda?


PNE (Plano Nacional de Educação)

Calendário
26/06/2014 – Plano Nacional de Educação é sancionado; lei prevê que o governo crie uma proposta de base curricular em até dois anos.
16/09/2015 – MEC apresenta 1ª versão do documento e abre consulta pública; as áreas de história e gramática geraram polêmica.
15/12/2015 – Ministério inicia análise das contribuições recebidas na consulta pública, que acaba em 15/03/2016.
3/05/2016 – MEC divulga 2ª versão da base e a envia ao Conselho Nacional de Educação e a representantes de Estados e municípios
Junho e julho/2016 – Texto será debatido em seminários nos Estados e deve ser devolvido ao MEC até agosto; o objetivo é ter a versão final até novembro, mas não há previsão de quando começa a valer.


Escola estadual Professor Wolny Carvalho Ramos, na zona leste de São Paulo
Escola estadual Professor Wolny Carvalho Ramos, na zona leste de São Paulo

Diante a todos os reclamos e desencontros quando se diz respeito ao sistema educacional brasileiro, uma promessa de melhoria e de equalização de ideias sobre o assunto surgiu em meados de dois mil e catorze, a criação do Plano Nacional de Educação, o PNE.

Tinha tudo para dar certo e redirecionar a educação no País, mas o eterno relaxo e desinteresse dos políticos brasileiros fez-se nascer um projeto morto e sem qualquer possibilidade de ressurgimento. As prováveis tentativas que surgem e que surgirão daqui para frente serão remendos mail feitos ao projeto em si, muito provavelmente sem aprofundamentos nos estudos dos efeitos dessas medidas.

pne2As primeiras tentativas de implantação de ideias, ocorridas em setembro de dois mil e quinze, foram desastrosas, as mudanças propostas refletiam claramente ideologias não condizentes com a Nação. Iam de encontro a linhas de pensamentos tradicionalistas e religiosos no País. Ideias revolucionárias sobre definição dos gêneros masculino e feminino criaram uma onda de demonstrações de repúdio à ideia em si, por atingirem diretamente crianças em fase de incremento de conhecimentos e definições próprias.

Tudo o que se ensinava dentro do âmbito dos lares, seriam contraditos pelos ensinamentos escolares com base em literatura tendenciosa, criadas por um governo sem direcionamento e com propostas divisionárias para o País. O objetivo explícito seriam os jovens. Criariam-se gerações e gerações de pessoas com uma mentalidade deturpada sob a alegação do uso de direitos e liberdade.

#Disse
Carlos Leonardo

Reportagem base na opinião:
Brasil descumpre metas parciais do Plano Nacional de Educação – PAULO SALDAÑA

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Fonte: Folha de São Paulo


 

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