Quais números estão errados, os antigos ou os atuais?

hiv1Despencamos em mais um fator antes positivo. Éramos considerados o país que detinha os melhores programas de combate e assistência aos portadores de AIDS e HIV, hoje apresentamos números obsoletos.  Os números que hoje se apresentam refletem uma perda de qualidade e de opções no atendimento desses pacientes e dependentes.

hiv2Outro fator apontado, com base nos recentes levantamentos estatísticos, é a piora na qualidade de atendimento do SUS (Sistema Único de Saúde) pela estagnação dos valores a serem repassados pelo governo federal ao setor e até por falta de liberação de verbas, salienta o editorial base.

Conhecendo as técnicas de discursos fantasiosos utilizadas pelos governantes majoritários em poder na última década e um pouco mais, quando fomos considerados um País em constante desenvolvimento em função de discursos laudatórios e investimentos que iriam onerar o futuro econômico da Nação, tão naturais a eles.

Seringa e um mundo de sangue
Seringa e um mundo de sangue

Outro ponto a ser considerado é a credibilidade desses antigos números; devemos levar em consideração o que o presente tem mostrado, que a constante manipulação de números em todas as áreas administrativas brasileira. Não foi uma vez, foram inúmeras amostras levadas a conhecimento da mídia que se mostraram totalmente irreais e manipuladas para atenderem a interesses político/partidários. Com base nessas suposições, tendemos a acreditar que toda aquela euforia no sucesso das assistências aos portadores e dependentes, não passavam de espocar de rojões em dia de festa, nada tinham de sério.

Então, em quem acreditar? Estamos realmente muito mal hoje dia ou nunca estivemos bem? Estamos acordando do “país petista das maravilhas” ou estamos caminhando para trás? hiv3Hoje em dia é difícil se ter noção real nos números estáticos comparados entre si na última década, tudo foi manipulado.

#Disse
Carlos Leonardo

Artigo base da análise
Antes referência no tratamento da Aids, Brasil tem remédios obsoletos

Fonte: Notícias UOL


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