Chega ao fim a “turnê da Tocha”

tocha1Daqui a pouquinho, mais precisamente no dia seis de agosto, estará se encerrando a tão falada excursão da tocha olímpica pelos rincões brasileiros. Foram trezentas e vinte e sete cidades brasileiras que viram transcorrer o desfile por suas ruas. Nunca se viu tantas personalidades esportivas e sociais locais juntas, em breve completarão doze mil pessoas que erguerão com todo orgulho e cerimônia a chama que representa a paz, a união e a amizade. Um paradoxo à nossa atual situação. Há a clara intenção de mostrar ao mundo que a paz não existe no Brasil atual, vide os ataques ao patrimônio que ocorrem descontroladamente no nordeste, mais precisamente no Rio Grande do Norte, onde de poucos dias atrás se registrou quase cem casos de ataques e destruição de bens públicos, por bandidos. tocha2Na cidade sede do evento não existe e nunca existiu paz para seus moradores, um estado tomado e gerido por bandidos, quase sempre com a conivência dos poderes instituídos.

União é outro quadro representativo em destaque no Brasil, vê-se como se digladiam adeptos políticos pró e contra o governo empossado e o governo afastado. Uma balbúrdia constante, uma indefinição latente e que projeta um futuro nada promissor ao brasileiro. Há uma constante desunião entre os brasileiros seccionados em grupos de toda espécies e etnias, divisão esta, imposta pelos métodos de administração popular das esquerdas radicais que esteve no poder no País há mais de doze anos.

tocha3Como amostra maior de amizade, podemos tranquilamente destacar o como estamos recepcionando os estrangeiros que por aqui chegam. Nossa cordialidade tão decantada por “versos e prozas”, mostrou-se totalmente inversa. Oferecemos-lhes nossas melhores moradias, nossos melhores transportes, nossas melhores atenções as suas necessidades. Ou achamos que lhes oferecemos.  Ficamos ofendidos quando reagem de modo contrário ao protocolo de educação quando não aceitam nossas ofertas por acharem poucas. tocha4Faz-me lembrar aos indígenas que se sentiam ofendidos por visitantes não gostarem de seus insetos ou bichos assados, não lhes cabia ao cérebro que esses mimos oferecidos estavam longe de ser algo fantástico às pessoas mais evoluídas socialmente. Não é isso?

Começaremos daqui pouco a interagir com pessoas de duzentos e seis nacionalidades diferentes, com seus costumes, com seus egos, com suas tradições e picardias. Estaremos preparados para isso?

#Disse
Carlos Leonardo ٨٧

 

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