Um país de muitos “boca aberta”?

baberta1Em questão de poucos dias transcorreram-se dois casos incríveis de se falar muito, sem pensar nas consequências. Essas são demonstrações claras de empolgação com a presença de câmeras e microfones. Diante desses artefatos as pessoas deixam extravasar a necessidade de exporem ideias que às vezes não são condizentes com suas convicções, mas que talvez se mostrem interessantes para o momento.

O problema é que por serem ideias subjetivas, não encontram respaldo em seu consciente e por isso são ditas sem muita ou quase nenhuma análise anteriormente feita. baberta2Quando isso ocorre, as chances de se comprometerem com elas são enormes e num país onde a onda de “mimimis” e de “ofendidinhos” é muito grande e está na moda, as possibilidades de ser malhado sem pela mídia representativa é incomensurável.

No caso da atleta da natação, embora não deixe de ter uma pequena ponta de razão no que disse, ela deveria ter pensado antes no posicionamento político anteriormente situado. Não que ela não tivesse esse direito, mas teria que ter em mente que as palavras ditas anteriormente foram feitas em tempos políticos diferentes, hoje o Brasil em quase sua totalidade de pessoas olha com olhos repreensores aos adeptos do malfadado posicionamento político.

baberta3Já por outro lado, o senhor Ministro da Saúde, solta a pérola impensada de que os homens vão menos aos serviços de saúde porque trabalham mais que as mulheres. Era tudo o que as “ofendidinhas” queriam ouvir, por uma simples e infeliz frase, este senhor amargará por décadas essa idiotice. Certamente não o deixarão incólume e o colocarão como exemplo negativo do machismo exacerbado. Merece, não é? Muito esperto!

Interessante como o Brasil está mudando, e está mudando para pior. Antigamente as escolas formadoras de adultos prezavam-se pelo conceito da racionalidade, no estudo do conceito de ação e reação voltado às palavras ditas. baberta4Hoje com a abertura libertadora dos indivíduos, tornamo-nos inconsequentes e irresponsáveis. Simplesmente achamos que temos direito a tudo e pronto, nada mais haverá. Mas as coisas não são bem assim e palavras ditas ainda são setas atiradas ao ar, podem acertar alguém ou não, mas nunca voltam sozinhas à aljava.

#Disse
Carlos Leonardo ٨٧

Artigo base da análise
Ministro pede desculpas por ter dito que homem trabalha mais que mulher
Joanna Maranhão vai à delegacia no Rio após insultos na internet

Fonte: g1.globo.com

 

 


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