Um produto barato, para o maior número de pessoas

Maria Vitória vê a ciência como ferramenta de mudança social
Maria Vitória vê a ciência como ferramenta de mudança social

Nessas horas é que dá orgulho de ser brasileiro. Sempre há alguém se destacando e se destacando de forma honrosa, com méritos imensuráveis. Leio com o maior prazer essa reportagem da Globo.com onde uma garotinha paranaense de dezesseis anos de idade, que cursa o segundo ano do ensino médio vem mostrar ao Brasil e ao mundo que com boa vontade, esforço e interesse em ajudar podem-se criar instrumentos eficazes e baratos para a população, principalmente a carente.

Jovem que estudar farmácia na faculdade
Jovem que estuda farmácia na faculdade

Tocou-me bastante essa reportagem porque vivi essa experiência, desinformação, falta de recursos e distância dos centros desenvolvidos da medicina, quase perdi um filho há muito tempo atrás, por causa da rejeição à lactose. Não havia muito recursos a serem explorados pelos médicos à época, e foram muitos, talvez por inexperiência ou desconhecimento. Muitos químicos foram ingeridos por ele na tentativa infrutífera de solução para o problema, e tal como hoje, parece que os remédios não são feitos para eliminar o problema, a doença e quando o fazem, criam problemas colaterais difíceis de serem resolvidos.

É de consenso geral que parece não existir interesse para que doenças sejam extirpadas da sociedade, parece haver a intenção clara de aplicação de paliativos, que dão a confortável sensação de solução do problema. E assim vamos levando, novas doenças vão aparecendo e os paliativos vão surgindo a cada vez mais. mvitoria3Estamos virando um pote de drágeas e comprimidos ingeridos para melhorar isso, melhorar aquilo, podemos nos considerar puramente depósitos químicos ambulantes. Gastamos fortunas com isso e quando não dispomos de recursos, nos sujeitamos à desorganização e pobreza dos sistemas de saúde baseados em recursos governamentais.

E como alento, vem essa garotinha com uma ideia simples, porém muito trabalhada, muito bem desenvolvida, uma simples capsula a ser dissolvida no leite. Essa técnica inverte tudo o que se propôs até hoje e pode deixar muito mais barato o tratamento e muito mais acessível às camadas pobres da sociedade. Façamos figa para que essa proposta vingue, que os grandes laboratórios químicos não interfiram no andamento natural das coisas e produzam os medicamentos segundo o que foi elaborado.

#Disse
Carlos Leonardo ٨٧

 

Artigo base da análise
Estudante de 16 anos cria sachê que torna leite bom aos intolerantes à lactose

 

Fonte: G1.globo.com

 

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