Essa tal lógica brasileira, “cumpanhêro!”

logic1Conceitos de lógica não são bem especialidade dos brasileiros, isto é um fato. Historicamente, trazemos dentro de nós, desde nossa mais tenra idade, o vício de definir quais caminhos deveremos seguir, com base em análises contaminadas do fato. Essas contaminações podem ser de origem sentimental, política, religiosa ou até mesmo de consequências de nossa criação. Quase nunca tomamos decisão fundamentada em análise real do problema em si e isso é um fator complicador dos resultados futuros do objetivo.

logic2Deixando de lado a seriedade do problema, vamos analisar algumas situações:

Veja por exemplo, temos o sagrado direito de ser representado ante aos fatídicos patrões, por um sindicato classista que intermediará minhas necessidades (isto é, deveriam ser as minhas) à inflexibilidade do senhorio todo poderoso, porém sou obrigado a pagar uma contribuição anual e se quiser, uma mensal para que esse sindicato sobreviva, queira eu ou não, não é um exemplo de lógica?

logic3Agora está em pauta por causa da época, um outro exemplo, vejamos, não é que nosso voto livre é um direito constitucional, mas como é no Brasil, ele é obrigatório, isto é, é um direito constitucional obrigatório. É possível normal isso? E o FGTS então?
Ele foi criado para te proteger, te dar garantias, ele é seu direito por lei, porém fica preso, você não pode nem passar por perto por anos e talvez você pode nunca vê-lo. Ahhhhh! Mas o governo, sim. logic4Ele usa esse seu dinheiro preso “ao seu bel prazer” e lhe paga juros estonteantementes abaixo da inflação. Pode?

Nós trabalhamos muito, mas muito tempo mesmo, quase uma vida toda para empresas pequenininhas e algumas um pouquinho maior, que sobrevivem a tudo, dando pouco lucro aos empresários, e daí tiramos o sustento e o lazer de nossas famílias, mas esses pequenos e microempresários são usurpadores, são somente uns exploradores que nos sugam. Por isso fazemos greve, lutamos contra eles, destruímos seus bens, nos revoltamos. Nessa hora de agitação e discórdias, temos nosso sindicato a nos amparar. Não é verdade?

Ééééé… Somos demais, não somos?

#Disse

Carlos Leonardo ˄˅

 

 

 


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