Estupro – polêmica infundada

De acordo com o Código Penal Brasileiro em seu artigo 213 (na redação dada pela Lei nº 12.015, de 2009), estupro é: constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, a ter conjunção carnal ou a praticar ou permitir que com ele se pratique outro ato libidinoso.

O estupro é considerado um dos crimes mais violentos, sendo considerado um crime hediondo. O crime pode ser praticado mediante violência real (agressão) ou presumida (quando praticado contra menores de 14 anos, alienados mentais ou contra pessoas que não puderem oferecer resistência).
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Nós ultimamente temos usado e abusado do culto à discussão de, se a vírgula vem antes ou depois da partícula: se, nos esquecendo dos objetivos concretos e reais do tema proposto.

estupr3Afirmado isso, podemos facilmente identificar e separar o motivo para tanta discussão infundada a respeito do estupro. Vejamos, para que exista uma situação de estupro, há que se identifique o agressor ou a agressora e a agredida ou o agredido. O estupro em si não se justifica a nenhuma motivação, ele é nato e criado antecipadamente na mente do agressor. E por ser um ato deliberado, pré-definido, pré-determinado é considerado crime, simples assim.

A mídia direcionada está se utilizado do tema para fazer alarmismos e criar discórdias em discussões irrelevantes sobre o assunto.
Está se misturando coisas que não dizem nada ao fator estupro em si, como vestimentas, comportamentos, maquiagens. A tara sexual está em situação anterior ao visual, o quadro de incentivo do criminoso está baseado em um corpo nu, independentemente de seus acessórios. Portanto não se justifica o crime com a alegação de provocação pela vítima.

estupr2Outra alegação errônea levantada pela mídia é de “Culto ou Cultura do Estupro”. É só mais uma maneira com a finalidade de confundir as pessoas que porventura resolvam comentar ou discutir o tema estupro. Ninguém em sã consciência cultua a agressão física de outra pessoa, se ela existe e ela existe mesmo é somente nas mentes deturpadas dos tarados sexuais. Criminosos a sangue frio que não se comovem pelo sofrimento, que se alegram e se complementam com o vazamento de sangue de um corpo inerte. É esse o perfil de um estuprador e não de uma generalização dos fetiches, principalmente, masculinos.

A realização de fetiches, tanto masculinos como femininos, sim, são fatores estimulantes para um ato sexual e certamente não envolve apenas um lado. É uma composição de elementos que afloram e se unem necessariamente por dois lados, por dois elementos, então este ato não se configurará jamais como um atentado, um estupro.

#Disse
Carlos Leonardo ˄˅

 

Artigo base da análise22
Um em cada 3 brasileiros culpa mulher em casos de estupro, diz Datafolha

Fonte: G1.globo.com

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