Não é hora para radicalismos

radicalism1Estamos vivendo um período de desencontros e desentendimentos extremos. Todos querem o melhor para o Brasil e seus brasileiros, mas querem que seja à nossa maneira de pensar. Estamos sendo egoístas e não admitimos a possibilidade de discussões objetivas para unificação dos pontos de vista. O melhor é o meu!

A tendência desse modo de pensar é nos levar uma guerra interna, à destruição da instituição – Liberdade. Há uma grande possibilidade de comprometermos ainda mais nosso futuro. Não somos capazes de enxergar que interesses escusos de políticos e agregados políticos estão direcionando as grandes massas de pessoas que se digladiam entre grupos sem ao menos saber como seus algozes lhes darão o prometido.

radicalism2Não adianta reclamar quando somos chamados “massa de manobra”, o somos sim! Somos fruto de anos e anos, décadas e décadas de despreparo, de escolas com metodologias de ensino sempre direcionadas a um único ponto de vista, o ponto de vista do poder à época. Cultivamos o desprezo pela cultura, a verdadeira cultura histórica, que nos dá bagagem e conhecimento de experiência vividas.

Consideramo-nos “massa de manobra” por não conseguimos pensar com nossas cabeças, vivemos repetindo e repetindo sempre palavras de ordem que nos são impostas pela mídia direcionadora e por grupos políticos que desconhecem suas raízes ideológicas, que também seguem uma cabeça mandante. Não aprendemos a desenvolver pensamento próprio, não aprendemos a dividir forças para atingir objetivos, somos individualistas e preguiçosos mentais.

radicalism3E quando vivemos em um quadro desses, somos presas fáceis para ideias de agressividades, ideias de destruição e anárquicas. Somos incapazes de imaginar que destruindo propriedades alheias, com justificativas infundadas e sem base moral, estamos só aumentando nossas próprias deficiências, nossos próprios recursos presentes e futuros.

Podemos mudar isso? Podemos sim, podemos, mas depende exclusivamente de nós. Temos que engolirmos “goela abaixo” nossos orgulhos, nossas convicções, temos de aceitar humildemente que todos, genericamente, todos, inclusive eu, somos frutos de uma educação falha e direcionada e por isso somos o que somos. Temos que pensar que não queremos esse Brasil para nossos filhos. Temos urgentemente que convergir nossos direcionamentos educativos às crianças. Temos que admitir que somos partícipes de um País destruído em reerguimento, por isso devemos redirecionar os rumos a seguir, o que vivemos até hoje, não deu certo.

#Disse
Carlos Leonardo ˄˅

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