Reclamamos, esperneamos mas os mesmos estão aí

politica1É com estarrecedora tristeza que descobrimos uma realidade que projeta um futuro sem nenhuma possibilidade de melhoras para o brasileiro de um modo geral. Alguns fatores fazem com que nada mude e não dê a menor possibilidade de uma melhora futura, como por exemplo, a comodidade, o medo, a falta de opções melhores, o desconhecimento e por aí vai…

politica2Uma considerável parcela da sociedade ainda vota no candidato em ascensão no momento do voto para se ter a o orgulho de dizer, votei no candidato vencedor. Em algumas partes do País, ainda se teme a figura de determinadas famílias políticas e votam neles por medo de represálias ou perseguições futuras. Outras procuram se alienar para fugir da responsabilidade pessoal de ter elegido determinado candidato, é como se escusassem de comentários maldosos que pudessem ligá-los à figura do candidato eleito.

politica3Mas a pior situação que encontramos no momento pós-eleições é o fato de termos votado no “menos pior” dos candidatos; vários fatores podem levar o eleitor a tomar essa atitude ante a urna. Situações de apatia em relação aos candidatos por os verem como inexpressivos e sem condições pessoais de cumprirem suas promessas, passados sujos ou de comportamentos nada sociáveis, vida pregressa ou até comprometimentos na área da justiça são fatores forte que fazem com que o eleitor desinteresse-se pelo resultado da eleição.

politica4Com essas atitudes injustificáveis por parte dos candidatos, dos tribunais eleitorais e acima de tudo, por parte do eleitor, as chances de uma futura melhora no meio político brasileiro, são pequenas. Desde os níveis municipais até o alto escalão político do País os costumes de votação são os mesmos. Sofremos com os resultados que obtemos, mas relutamos em buscar melhoria, nos adaptamos rapidamente à manutenção do sistema feudal a que estamos submissos, reclamamos e reclamamos, mas não mudamos.

Enquanto a política for profissão e o pior passando de pai para filho, enquanto for disputada por duas famílias, por dois partidos majoritários, teremos sempre os mesmo resultados, resultados ruins como até hoje tivemos. O novo, a opção diferente, terá de ser obrigatoriamente diferente, diferente em tudo, metodologia, ideologia político-partidária, de propostas criativas, estudadas a fundo e com lastreabilidade real e não de suposições, como se diz: – “preto no branco”.

#Disse
Carlos Leonardo ˄˅

Artigo base da análise
Os últimos “feudos” municipais

Fonte:   Folha.uol.com.br

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