De novo, é Natal

Quantos natais já se passaram em nossa vida? Quantas vezes paramos para pensar em mudanças, em melhorias de vida? Esta época nos remete incontrolavelmente a reflexões, ao afrouxamento de sentimentos, a saudades e esperanças.

Apesar da constante cobrança cristã por uma reflexão religiosa neste período, em específico, nesta data, há um sentimento mais concreto e representativo em nossa vida, o encerramento de um ciclo que denominamos, ano. Com o declínio da religiosidade no Brasil, principalmente nos meios jovens, é quase automática a sensação de encerramento, de um balanço geral do ano que se finda.

Como num filme, pegamo-nos revivendo momentos marcantes que ocorreram neste ano, lembramo-nos de pessoas que nos foram queridas, de pessoas que nos causaram aversões ou repulsa. Momentos deliciosos em nos sentimos fora do eixo por instantes e de momentos que nos afundaram em tristezas ou mágoas por motivos a nós impostos.

São sete dias conturbados e extremamente desgastantes, é um período em que baixamos nossa guarda e nos expomos com uma facilidade muito grande. Ficamos “à mercê” de maldades que também estão agitadas neste período. Por influência religiosa, somos remetidos a uma aceitação maior do ser humano como ele é, na sua íntegra, sem floreios ou máscaras comuns no dia a dia. E é aí que nos expomos, atraímos para junto de nós pesadas cargas emocionais de outrem e toda bondade a que nos propusemos, pode trazer-nos sérias complicações futuras.

De qualquer forma, fica a esperança renovada de dias melhores para o ano vindouro. Acreditamos piamente que haverá novas oportunidades para realização de nossas necessidades e carências. E então, é Natal…

BOAS FESTAS!

#Disse
Carlos Leonardo ˄˅

 

 


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