Enquanto estamos absortos, há um batalhão oculto na esquina

Nós sempre andamos na rabeira da história mesmo. Nunca seremos um País evoluído, somos pequenos demais para isso. Sem saber de que reclamar frente a tantas falcatruas e roubalheiras, ante a supostos conceitos políticos, que nunca entendemos direito ou simplesmente, desconhecemos. Políticos completamente ignorantes, apoiados por muito dinheiro de origem obscura, legislam a favor de si próprios ou de grupos colegiados ou de interesses afins.

Todos, todos sem exceção, não vislumbram o dia de amanhã, o raiar de um novo dia, de uma nova era que está por vir. Perdem-se em “trololós” de discursos vazios, infundados e sem qualquer utilidade à população. Em instante algum, alguém parou para pensar como realmente consertar a situação precária do País, esse consertar a que me refiro, tem peso de corte na carne, de amputação de membros não produtivos, de extirpação de amebas que se alimentam do sôfrego erário nacional.

Deveríamos estar muito preocupados em resolver muito rapidamente esses gigantescos problemas da Nação que na verdade se tornarão muito em breve, nada ante ao que está por vir. O mundo lá fora já se preocupa e muito com o monstro que está aí chegando e que para variar, nos pegará outra vez de calças curtas. Enquanto arcaicos sindicalistas estão brigando e conchavando pequenas coisas, quase sempre relacionados ao “sexo dos anjos”, como se isso fosse resolver nossos problemas, deveriam estar preocupados com o já bem próximo fim da era industrial, tal qual foi concebida e que já causou muitos estragos na história.

Há um batalhão de robôs ocultos por trás da esquina do futuro. Se já estamos “vendendo o almoço para pagar o jantar” com a situação que aí está, imagine quando nossa economia voltar a se levantar em alta produtividade, talvez daqui há uns cinco ou seis anos, otimistamente falando, e ela não precisar mais de tantos trabalhadores? O mundo está sinalizando que não vai mais precisar de trabalhadores, máquinas robotizadas e robôs autômatos, independentes do acompanhamento par e par do ser humano para exercer funções; vejam os carros e caminhões autônomos, serviços de entrega sem a necessidade do homem, as altas tecnologias de vigilância, de recuperações médicas, os drones, e vamos longe, se paramos para pensar sobre isso.

Quando descobrirem que esse futuro chegou, será tarde, estaremos presos nas malhas da rede inexorável do tempo, do tempo que chegou e não vimos, do tempo que avisou e não o ouvimos. Mas estamos alinhados, todos nós brasileiros, do gari ao mais alto escalão do poder da Nação, a discutir como faremos para produzir “água em pó”, como “ensacar vento” para revender e acima de tudo, para rir desmedidamente sobre as palhaçadas ditas por energúmenos honrados, chamados de V. Excelência e pelegos grudentos que se fazem nossos protetores.

#Disse
Carlos Leonardo ˄˅

Artigo base do comentário
2017 marcará o início da era dos robôs?

Fonte: G1.globo.com


 

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