Nossos direitos podem influenciar menores?

Quando optamos por nascer nesta vida, segundo os dogmas espíritas, é incutido em nossas almas o direito de livre arbítrio para as nossas decisões e o resultado disso foi optarmos por limites de conduta para que se criasse um clima de bem estar entre os humanos. Repudiávamos a balburdia, as agressões de toda espécie abertas ao meio em que vivíamos, premíamos por ordem, por paz, por respeito e honra.

Nossos pais e avós levaram essas regras e limites ao exagero, mas mantinham a sociedade da época numa visão respeitosa e submissa. Existiam pessoas que as desrespeitavam? Claro, sempre houve e sempre haverá quem tenha por instinto contrariar regras. Mas eram situações isoladas e não podiam de forma alguma representar uma ameaça à ordem mundial.

Mas nossa geração, digo esta que hoje tem seus sessenta ou setenta anos, resolveram abrir mão de parte dessas regras a favor de seus filhos, dando-lhes mais opções para seu livre arbítrio. Desconhecíamos o que estávamos fazendo, não estávamos preparados para acompanhar as radicais mudanças que se sucederam. Perdemos a mão da história e nossos filhos optaram por uma respeitabilidade muito mais livre, por conceitos morais mais flexíveis, por aceitarem o crescimento de ideias rebeldes, tornaram-se mais tolerantes ao contrário da ordem existente. As mudanças aconteceram muito rápidas e eles também não tiveram maturidade suficiente para controlar as alterações que estavam sendo impostas à ordem.

Vê-se hoje exposições de corpos nus em transas explícitas abertamente, nas TVs ou em público mesmo.

Cutout paper chain family with the protection of cupped hands, concept for security and care

Palavras chulas e de baixo calão ditas por lindas bocas coloridas em batons nude ou vermelho rebelde com a maior naturalidade como se dissessem “mamãe”.

Palavreados ditos nas casas de prostituição faz parte hoje do vocabulário agressivo do brasileiro, homens e mulheres os proferem na presença de seus filhos e pessoas estranhas como se isso não fosse agredi-los.

Podemos esperar filhos melhores do que temos com o que damos a eles? Nossas influências são suficientemente perfeitas para que vivam num futuro Brasil pleno, organizado e culto? Acho que somos culpados pela desgraça do futuro que se ameaça vir.

#Disse
Carlos Leonardo ˄˅

Obs.: Não cito como referência, mas se quiserem vejam a reportagem do link abaixo e como aborda esse tema. Atentem ao linguajar chulo para uma reportagem.
https://br.noticias.yahoo.com/globeleza-lacracao-punhetaco-e-a-neo-severidade-081105947.html


 

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