Não era previsível isso, senhor Presidente?

E agora? O projeto de reforma se transformará outra vez em uma “colcha de retalhos”, como sempre? Será outra vez o coitado do “Zé Povinho” que vai arcar com as consequências da retiradas dessas classes?

Quando o governo garante que as mudanças que deveriam ocorrer já aconteceram, nós podemos acreditar nisso? Com que credibilidade se diz isto? Historicamente falando, quando esses burburinhos apareciam, a tomada de ação por parte do governo era simplesmente desistir de executá-la, seria esse o final da estória? O efeito não será mais desastroso se continuar o processo em pauta? Um erro grave foi cometido e não houve quem impedisse a realização do mesmo, por incrível que possa parecer ninguém previu a cascata de problemas em que estavam dando vazão.

Agora o mundo quer isenção nas mudanças, todos têm suas razões, até eu. E é por isso que me acho no direito de perguntar: – “E agora, Senhor Presidente?” e veja que sou um aposentado, mas estou me condoendo com os demais que estão ou estavam em vias de se aposentarem. Onde estão seus direitos?
O tão decantado rombo na Previdência não é culpa deles. E quando aos grandes “barões” usuários do sistema recebendo altas somas mensais, os políticos de alçada maior que se aposentam com oito anos de trabalhos forçados dentro da cúpula e como se matam durante quatro dias por semana no palácio. As cansativas viagens aéreas pagas pelo erário… Por que reformas não os atingem?

#Disse
Carlos Leonardo ٨٧

Reportagem base na opinião:
Mais grupos tentam ‘fugir’ da reforma da Previdência
Fonte: O Estado de S. Paulo

Para você, um “Convite à Prosa…
“E agora Senhor Presidente?”

 

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