Senhor Presidente, não é isso…

A despeito desses atos cinematográficos e de impacto visual forte, ocorridos pelo Brasil afora nesta quarta-feira (15/03), criados com clara intenção eleitoreira de preparar a campanha para Presidente da República exclusiva do Partido dos Trabalhadores, o povo não alinhado erroneamente se aliou a essa manifestação.

Embalados pelo rótulo de Medidas de Ajustes da Previdência, o povo bateu o pé, sem ter conhecimento total de causa, exigindo a não mudança nas regras atuais, isto é, embarcou na cantilena ditada pelo partido de esquerda. O brasileiro é um povo de grande compreensão dos fatos, é maleável e se adapta muito facilmente às intempéries causadas por mudanças políticas.

O reclamo que a cúpula política do País não quer entender ou faz de conta que não sabe, é a maneira como as medidas emergenciais são impostas ao povo. Analisemos esse fato da Previdência, o povo sabe e admite o rombo em se encontra o órgão; sabe também que a culpa disso tudo não é dele, afinal paga-se religiosamente a sua contribuição. O problema é a má aplicação dos recursos recolhidos, a forma de distribuição das aposentadorias. Essa forma é injusta para com os trabalhadores, que passam uma vida contribuindo e ao final são eles os sacrificados. As medidas contingenciadoras não são iguais para todos, as formas de concessão não iguais para todos…

É aí que o senhor erra Presidente. É por isso que a população está contra o senhor; não te apoia porque não consegue entender porque só eles sofrem o ônus das mudanças. Classes mais abastadas, que percebem valores infinitamente maiores em suas aposentadorias, não são atingidos pelas medidas… Pense senhor…

#Disse
Carlos Leonardo ٨٧

Para você, um “Convite à Prosa…
“Se a medidas atingissem todos por igual, não teria melhor adesão da população?”

 

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