Mais uma da série: “Esses frágeis HOMENS”

Para a velha guarda brasileira, é quase impossível imaginar uma aceitação pacífica dos fatos que vem ocorrendo ultimamente. Não se trata de defesa de atitudes de machismo, coisa que hoje é algo considerado abominável, mas de uma espécie de decepção constante que nos assola.

Tudo que antes ouvíamos, verdade ou não, é que as esposas consideravam a segurança masculina, um apoio às suas fragilidades. Hoje, as esposas são independentes e a opção marido passou a ser considerado apenas um método barato e um pouco satisfatório de procriação. Elas não dependem mais deles, nem para criação de seus filhos. O que vemos hoje são mulheres fortes, corajosas e desinibidas enquanto que a classe masculina parece ter a condição secundária. Ainda se sentem felizes por serem úteis para matar baratas, trocar lâmpadas e levarem o “Totó” passear.

Atentem para o exemplo lincado abaixo, os psicólogos “amam de paixão” esses acontecimentos, isso significa – cifras. Anos de divã a custos altíssimos e têm sempre um método infalível de corrigir a distorção emocional do “valente varão” acometido de estresse!

Depois de mais ou menos vinte minutos de intenso prazer, maridão vira-se e desmaia, a esposinha feliz e realizada, desfalece… É o início de tudo… Nos próximos nove meses acontecerão sofrimentos a cada dia mais fortes e intensos para a linda esposinha que ainda tem de suportar nas possíveis horas de descanso, um maridão meloso e cheio de gracinhas com sua barriga, pouco liga para ela ou na pior das hipóteses, a total alienação do maridão.

Depois de superado tudo isso, dores, uma mesa de cirurgia e o “valente varão” se desmancha todo e entra em depressão pós parto. É brincadeira? Ela que se arrebentou por nove meses e o másculo lindão se mostra frágil. E ainda fica bravo por ler uma coisa dessas…

#Disse
Carlos Leonardo ˄˅

Artigo base da análise
‘Tinha pesadelos e pensamentos suicidas’: como depressão-pós parto afeta um em cada 25 homens
Fonte: G1 – Globo

Para você, um “Convite à Prosa…
“Como você vê as demonstrações de fragilidades masculinas?”

 

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