Se virar pó era problema, imagina virar suco?

Uma mistura de medo e preconceito religioso já nebulizava a mente de muitas pessoas quanto aos procedimentos “post mortem” aceitos pela sociedade. As velhas tradições religiosas e principalmente a cultura ideológica do espiritismo são totalmente contra a possibilidade de cremação ao corpo humano morto por verem nisso uma agressão ao meio natural de extinção do ser vivo.

Se está considerando agora a possibilidade de em vez de se queimar o corpo, dissolvê-lo por meio químico, por razões ecológicas, ao menos é essa a razão dos defensores da ideia. Outra possibilidade de uma possível não aceitação é o fato de não ser um método cem por cento diferenciado, ele utiliza-se da sistemática de cremação para os ossos que não dissolvidos.

A bem da verdade, os pontos referenciados como prós e contras não têm representatividade forte para defesa dos argumentos apresentados. Não é possível se ver vantagens, nem mesmo para a natureza uma vez que embora não exista a produção de gases tóxicos com a combustão, cria-se o problema do composto químico a ser absorvido pela natureza.

Válido ou não, o assunto irá polemizar muito a opinião pública. Provavelmente será de difícil aceitação popular, tal qual o é a cremação. Principalmente as pessoas mais simples, menos informadas, tendem a rejeitar outras opções de extinção de cadáveres humanos. Assunto chato, mas atual.

#Disse
Carlos Leonardo ٨٧

Reportagem base na opinião:
Nada de cremação ou enterro: opção por dissolver corpo após a morte ganha adeptos
Fonte: G1.Globo

Para você, um “Convite à Prosa…
“Você aceita normalmente as possibilidades diversas de eliminação de corpos humanos mortos?”

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