Aí tem “maracutaia”

As justificativas apresentadas pelo senhor Ministro da Saúde, Ricardo Barros, ao afirmar que quer proibir a venda de refil para refrigerantes em redes fast foods do país, no mínimo, não são convincentes. Ainda que cercada de razões óbvias de vigilância de saúde, “está-se enchendo tripa com ar para vender como linguiça light”, o fator analisado se apresenta insuficiente para justificar a retirada das tais máquinas em uso.

O problema realmente existe na população, mas há necessidade de tomadas de medidas mais envolventes e sérias, mais complexas. Muitos são os fatores que levam aos problemas de saúde apresentados pela população, e por isso, que uma medida isolada possa surgir algum efeito. A impressão que fica é de palanque político. Outra vez parece que está se fazendo muita fervura para pouco motivo.

Alguém perdeu ou perderá muito com isso e como é normal no Brasil, cria-se uma lei para ancorar a reversão dessa ideia. Essa explicação tem melhor aceitação na população. Ou tem fabricantes de embalagens de vidro ou pet que perderão muito dinheiro com isso ou talvez a própria fabricante dos refrigerantes preveja um prejuízo muito grande em função da subutilização das máquinas envasadoras robotizadas, com o aumento do consumo via refis em copos.

Acredito que deveríamos sim entregar mais informações à população, orientá-la a respeitos dos perigos a que se expõe seguindo o modismo americano que já criou muita doença nos EUA. Somos um celeiro de alimentos e carnes saudáveis, que as enviamos para o mundo afora, enquanto nos alimentamos com comida industrializada de péssimas qualidades.

#Disse
Carlos Leonardo ˄˅

Artigo base da análise
Ministro da Saúde quer proibir refil de refrigerante em fast foods
Fonte: G1 Globo

Para você, um “Convite à Prosa…
“Acredita que só a retirada dos refis irá solucionar o problema?”

 

Vamos comentar isso?

%d blogueiros gostam disto: