Metilenodioximetanfetamina (MDMA), ou ecstasy

Quando que poderíamos admitir que um dia acatássemos a ideia do uso das fatídicas metanfetaminas, não é? Nem mesmo o mais esperançoso hippie, lá pelos idos de Woodstock, fosse acreditar que a medicina iria começar a aceitar a ideia de utilização dessas drogas para cura em terapias alternativas para situações de distúrbios psíquicos com extremo estresse.

Drogas que alteram a consciência voltam à bancada de cientistas em busca de terapias para distúrbios mentais. Ecstasy foi vedete de congresso nos EUA, pois se aproxima de última fase de testes contra estresse pós-traumático, mal que afeta veteranos de guerra e vítimas de violência urbana, entre outros.

Mas a ciência não escamoteia o fato de que várias dessas drogas podem causar alucinações apavorantes e sintomas pronunciados, como a náusea e o vômito típicos da “peia” que a ayahuasca aplica em seus usuários.

Nos EUA, 2,1 milhões de veteranos receberam tratamento entre 2006 e 2010. As compensações financeiras para eles consomem ao todo, US$ 17 bilhões anuais. “Um ônus enorme”, afirmou Rick Doblin presidente da Maps (Associação Multidisciplinar de Estudos Psicodélicos, em inglês), na abertura do congresso.

Veja um detalhamento muito mais completo dessa matéria na reportagem de Marcelo Leite com ilustrações de Thiago Martins de Melo para a Folha de São Paulo, abaixo lincada.

#Disse
Carlos Leonardo ˄˅

Artigo base da análise
Ecstasy e LSD podem virar remédio contra distúrbios psíquicos em breve
Fonte: Folha

Leia também os artigos correlacionados:

Para você, um “Convite à Prosa…
“Você acha válido o conceito de uso dessas drogas em terapias reconstrutivas?”

 

Vamos comentar isso?

%d blogueiros gostam disto: