Dois diferentes ícones públicos do Brasil

 

De formas, resultados e trajetórias diferentes, duas pessoas são destaques na boca do povo. Ambos recebem elogios e reclamações, mas todos os apontam como destaques em suas áreas de atuação. Silvio Santos e Luiz Inácio da Silva, o “Lula”, coincidentemente têm origens simples, não paulistas que fizeram sua história nas circunvizinhanças da capital paulista.

Ambos, exímios manipuladores naturais dos desejos do povo, usam métodos semelhantes ao terem como nicho, as classes média e baixa, onde os interesses por pequenas coisas são grandes. Classes sociais essas que se encantam com pequenas coisas recebidas gratuitamente, que acreditam em pequenas promessas fáceis de serem cumpridas, de promessa de melhoria futura de vida, por mais que seja utópica.

Um oferecia pequenas recompensas visíveis e palpáveis em troca da fidelidade de pagamentos com chances remotas de participação em testes com a finalidade de recebimento de somas representativas, que incentivavam a essas pessoas a participarem. Outro, colocando-se como um vidente, projetava às pessoas um Brasil multicolorido de igualdade de benefícios, de reconhecimento de direitos trabalhistas sobre pressão à classe empregadora, da força do poder de compra com seus recebimentos complementares pagos pelo Estado.

Em ambos os casos, o resultado das esperanças frustradas é latente aos olhos dos crentes na estória contada e amplamente divulgada por seus interlocutores. Mas o que se vê é o respeito ao poder de persuasão desses ícones. Não como negar isso.

#Disse
Carlos Leonardo ˄˅

Para você, um “Convite à Prosa…
“Qual a sua opinião sobre esses senhores?”

 

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